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Meu nome é Raquel Trindade, mas pode me chamar de Rainha Kambinda
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Artista multidisciplinar, Raquel Trindade é um dos grandes símbolos da cultura brasileira. Guardiã de saberes ancestrais, honrou o legado de seus pais, Solano Trindade e Maria Margarida Trindade, deixando, ela própria, um tesouro para as futuras gerações.
Essa é a história de uma verdadeira heroína negra. Ativista cultural, artista plástica, dançarina, coreógrafa e ensaísta, fundou em 1975 o Teatro Popular Solano Trindade, em Embu das Artes, tornando-se expoente na preservação e na promoção da cultura negra e popular.
Protagonista também na fundação do Maracatu Nação Kambinda, se tornou conhecida como Rainha Kambinda, a principal referência nessa corte de estrutura matriarcal, originalmente popularizada por grupos que percorriam em desfile as ruas do Recife, lugar onde nasceu.
A partir de suas memórias, somos convidados a também participar desse movimento, conhecendo em detalhes sua trajetória de luta incansável pela representatividade negra em todos os setores da sociedade brasileira.
Indicado para leitores a partir de 9 anos.
Páginas | 32 |
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Data de publicação | 25/04/2023 |
Formato | 27 x 20 x 0.4 |
Largura | 20 |
Comprimento | 27 |
Acabamento | Brochura |
Lombada | 0.4 |
Altura | 0.4 |
Tipo | pbook |
Número da edição | 1 |
Classificações BISAC | JNF007120; JNF069000; JNF006000 |
Classificações THEMA | YNB; YNMF; YXP; YNA |
Idioma | por |
Peso | 0.162 |